“A melhor forma de predizer o futuro é criá-lo.”
Abraham Lincoln

 

“We the People…”

A frase que abre a Constituição dos Estados Unidos da América determina que o governo deverá ser dirigido para e pelo cidadão. O voto controlará a democracia, evitará exageros, protegendo os direitos de cada indivíduo.

Desta forma, cabe aos governantes, à mídia, e instituições culturais repassar conhecimentos para a sociedade, nada deve ser censurado. O conceito tem sido desafiado em várias formas de acobertamento.

No caso específico do fenômeno UFO existem vertentes que incluem: o Vaticano, o complexo militar aliado à indústria aeroespacial, membros do partido nazista que emigraram para a América graças a Operation Paperclip, grupo cientista americano preocupado em manter o acesso às verbas federais para suas pesquisas, e, também, os próprios alienígenas.

Em 23/12/2016, graças ao F.O.I.A. (Freedom of Information Act), através do Executive Order 13526 se determinou que a CIA liberasse cerca de 13 milhões de páginas que compõem arquivos com 100 mil casos do fenômeno UFO, e envolve o período de 1940-1990. Estavam depositados no National Archives, Maryland.

Desta vez, a CIA disponibilizou os arquivos sem cobrir os textos de preto como fazia no passado, talvez pela falta de tempo.
Assim, tornou-se vulnerável o controle a respeito do que se divulgaria a partir da decisão judicial.

No mundo moderno, tanto a Internet como as redes sociais representam os meios de comunicação. A seleção do que deve ser noticiado praticado pela mídia foi afastada. Inexiste censura entre o que é fato ou fake news.

Mas os agentes dedicados ao controle cultural, social, científico, e político estão sempre de prontidão. Criaram um cenário ideal para agirem, e levaram um juiz do Texas intervir para bloquear a decisão dos Estados Unidos em ceder controle da Internet para as Nações Unidas. Salientamos que Canadá, Reino Unido, e Austrália foram dissidentes do acordo, sem sucesso.

Em 30/09/2016, o International Telecommunication Union (ITU), passou o controle do conteúdo da Internet para ser monitorado pela China, Rússia, e Oriente Médio, membros das Nações Unidas com direito a veto. Doravante, não se pode culpar ao governo norte-americano de deixar de cumprir a Constituição. e estar censurando notícias.

Fica claro que, ao ocorrer tal decisão, qualquer censura do conteúdo da Internet está desassociado com os Estados Unidos.

Trata-se de manobra de suma importância, porque fere o diretio de saber do cidadão norte-americano.

A história, a deusa sem memória, se repete.

Na preservação de segredos basta lembrarmos relevantes ditados:

“Para três pessoas conhecerem um segredo, duas devem
estar mortas.” – Isaac Newton
“A verdade é a mentira que o povo aceita em determinado
momento. ” – Marquês de Sade
“Os militares não mentem, negam.” – jargão militar

Fatos que ligam o governo norte-americano ao acobertamento de UFOs surgem de tempos em tempos. Fazem parte da teoria da conspiração. Sabemos que a CIA e a Força Aérea se valeram do fenômeno UFO para disfarçar experimentos com aviões de alta tecnologia.

A recente divulgação do ex-senador Harry Reid (Democrata-Nevada), que financiou o Pentágono com $22 milhões a pesquisa dos UFOs, desencadeou uma avalanche de testemunhos na mídia.

De acordo com o jornal The New York Times o programa cobriu o período 2007-2011, intitulado Advanced Aerospace Threat Identification Program.

O Departamento de Defesa jamais confirmou a existência do programa. Mas existe suspeita que o mesmo permanece intacto até a data presente, apesar do porta voz do Pentágono, Tom Crosson, ter declarado à CNN que havia sido encerrado.

A notícia expôs dois pilotos militares, que vieram a público, entrevistados pelo canal de TV Fox News, para rechaçar a imediata onda de descrédito das filmagens feitas a bordo de aviões Navy F/A-18 Super Hornet.

Vale ressaltar que a maioria dos casos que envolviam pilotos militares eles eram da Força Aérea Norte- Americana (USAF). No caso presente, envolveu os pilotos da Marinha, quem detém extenso arquivo sobre UFOs.

O interesse neste caso é que confirma uma ligação de amizade entre o ex-senador e o bilionário no setor imobiliário Robert T. Bigelow.

Em 1995, Bigelow fundou o National Institute for Discovery Science a fim de pesquisar o paranormal com ênfase à ufologia. A organização participou da pesquisa de mutilação de animais, e encerrou as atividades em 2004.

“Tenho sido um pesquisador e estudante dos UFOs por muitos,
muitos anos. Qualquer pessoa que pesquise,
e se decida executá-la com qualidade, acaba por se
convencer. Você não precisa ter contatos…
Pessoas foram mortas. Pessoas foram feridas. Tratam-se
de dados acima do ponto de vista como observador…”
Robert Bigelow

The New York Times (07/06/2010)

De acordo com fonte ligada a Bigelow, a citação provém da pesquisadora francesa Antoine Gigal.

O físico Jack Sarfatti teve o cuidado de descrevê-la como “acompanhada de guarda-costas e carregava maleta que parecia conter certo tipo de arma psicotrônica baseada em tecnologia alienígena.”
Robert Bigelow fundou a Aerospace Bigelow, e investiu soma considerável de fundos na indústria espacial para prosseguir com um projeto abandonado pela NASA chamado Advanced Station Enhancement (XBASE), para as missões no espaço. A tecnologia visava fornecer peças que se expandem, que foram usadas na International Space Station (ISS) com sucesso, pois permite que sejam enviadas ao espaço partes da estação, e visa ocupar menor espaço nos foguetes de transporte além da diminuição de peso.

A Aerospace Bigelow exibe, no canto direito superior do prédio, a figura da cabeça de um alienígena Grey.
Em entrevista no programa 60 Minutes da CBS, Bigelow confirmou que ele e um amigo tinham tido experiências de contato com um UFO nos arredores de Nevada.

Para os que acham estranho a NASA permitir uma organização civil se aventurar na conquista do espaço vale lembrar que Wernher von Braun, ao se aposentar da NASA em 1972, assumiu a posição de vice-presidente de Engenharia e Desenvolvimento da Fairchild Industries (Maryland). Houve quem justificasse a atitude do engenheiro nazista que o desligamento estava relacionado a certo desacordo com o futuro da agência. Um ano depois, von Braun morreu de câncer do pâncreas.

Este parecia indicar que o caminho da corrida espacial estaria atrelado ao esforço de organizações civis independentes, que o presidente Eisenhower dera preferência, quando fez o alerta num discurso (17/01/1961) quanto ao perigo da junção do complexo militar industrial e prestadores de serviços
que dominariam os Estados Unidos. Para Ike, o avanço técnico deveria ser feito pela classe empresária em geral, na realidade: civis.

Em 2002, o empresário Elon Musk, investidor no projeto do carro elétrico TESLA, fundou a SpaceX, empresa dedicada ao lançamento de foguetes espaciais, que recentemente apresentou o Falcon 9, lançado verticalmente e recuperável. Um fato extraordinário foi o pouso do voo de lançamento numa barcaça ASDS para ser reusado. O feito representa considerável economia no lançamento/recuperação de foguetes, exigindo investimentos menores. O passo seguinte será o transporte para o ISS de astronautas para efetuar substituição ao invés do atual uso de foguetes russos.
Ike tinha razão!

Poderíamos nos estender para listar outros empreendimentos no campo da conquista espacial, mas basta uma pesquisa no Google e o interessado pode encontrá-los.

No cerne da liberação pelo F.O.I.A. incluímos a decisão do MoD (Ministry of Defence) da Inglaterra ao anunciar que permitiria, a partir de 2015, acesso a 18 arquivos de UFOs. Porém, em junho de 2017 só permitiu consultar 15 arquivos disponibilizados no UK National Archive, protegidos pelo Crown Copyright, isto é, necessitam de autorização para serem divulgados.

“UFOs não têm significância para o governo inglês.“
Declaração Oficial do MoD desde 1960.

O que torna importante esta liberação é a confirmação do incidente na base militar RAF Woodbridge (Rendlesham Forest, Suffolk), na época arrendada à USAF, que ocorreu na madrugada de 26/12/1980.

O caso envolveu militares ingleses, farta documentação, identificação do local de pouso e descrição dos objetos. Serviu de argumento para vários documentários, e se tornou preferido dos detratores do fenômeno UFO, que chegaram a alegar que o que fora visto era luz do farol que existe até a presente data, distante alguns quilômetros da base aérea. Porém, ninguém confundiu o farol com UFOs nos anos seguintes.

Ainda com relação à Inglaterra, tem surgido dados que confirmam que RAF Rudloe Manor, uma estação localizada ao nordeste de Bath, é o equivalente inglês da Área 51. Na WWII foi abrigo subterrâneo com 120 m de largura e 16 km de extensão, ligada ao “Corsham Computer Centre“ (Wilshire). Estas instalações estão conectadas por túneis, são citadas por Ufólogos ingleses como reduto para coleta de UFOs caídos na Inglaterra.

A grande realidade é que UFOs são reais.
Não se trata mais de confirmar a existência do fenômeno UFO, e, sim, identificar a agenda que os ufonautas possui.

Por anos os governos das grandes nações sabem disto. Por trás dos panos, militares e cientistas se encontram para pesquisar as provas obtidas.

Dmitry Medvedev, primeiro ministro da Rússia, afirmou em entrevista que “ao presidente da Rússia é entregue uma maleta com código nucleares e pasta com informações secretas relacionadas à presença de alienígenas que visitam a Terra.”
O ex-diplomata chinês Shi-Li Sun se apresentou num painel formado com 6 membros do Congresso dos Estados Unidos, organizado por Steve Bassett (Paradigm Research Group), único lobista registrado para o fenômeno UFO na América, para falar do estudo que seu governo conduz.

Shi-Li Sun confessa que, ao assistir as evoluções de um UFO com grandes dimensões e esveado (1970), passou a se interessar pelo tema.

Em 1975, o ufólogo Jacques Vallée escreveu o livro “The Invisible College”.

Dr. J. Allen Hynek, que era parceiro na época, passou a repetir o título nas palestras e alertar aos incrédulos que a inteligência internacional negava o interesse nos discos voadores, mas estudavam em surdina o que lhes era encaminhado.

Em dezembro de 2017, vazou a informação que confirmava a decisão do Pentágono investir grande soma de fundos para adquirir metais e partes dos objetos relacionados com UFOs recolhidos em vários países. Trata-se de mais uma peça do quebra cabeça que se encaixa. A afirmação sobre a ação do Pentágono nos faz lembrar do livro do Coronel (aposentado) Philip J. Corso (The Day After Roswell/Dossiê Roswell) no qual cita o envolvimento deste órgão na engenharia reversa do UFO recolhido em Roswell, Novo México.

Os detratores alegam que inexistem provas físicas de UFOs, mas dentre as mais aceitadas podemos citar:

Bob White (1985) recolheu artefato pontiagudo que viu cair às 3 h da madrugada de um UFO. Permitiu retirar seções das extremidades para análise laboratorial, que confirmou ser de origem extraterrestre.

Fragmentos de Ubatuba, São Paulo – Brasil (1957): foram recolhidos 3 pedaços recobertos com manchas de uma substância poeirenta, um pó fino, aderente, porém facilmente retirável com a unha. Dr. Olavo Fontes mandou fazer uma análise pelo Departamento Nacional de Produção Mineral do Ministério da Agricultura, que gerou o “Relatório Barbosa.” Nos Estados Unidos, os fragmentos foram examinados pela Comissão de Energia Atômica da Dow e Universidade do Arizona. Ficou provado que os fragmentos eram decorrentes de fundição direcional solidificada (random graim casting), que na época não era estudada. Houve também análise de raio X de difração da amostra de magnésio e hidróxido de magnésio do filme feito pelo dr.Tavora. Em Campinas, o dr. Vivaldo Maffei do Laboratório Young concluiu: “A amostra analisada é uma combinação de latão quimicamente puro (88,91%) e oxigênio (11,09%).” – fonte: Revista OVNI-UFO DOCUMENTO No.2 (Janeiro de 1979).

“Angel Hair,” Évora, Portugal (1959): este fenômeno está relacionado com o Caso de UFOs nos céus de Nuremberg, Alemanha (1561), e o Milagre de Fátima (13/10/1917). A substância recolhida, ao ser exposta ao raio ultravioleta, parece ficar viva. Existem casos no Canadá e Finlândia nos quais a matéria evaporou rapidamente, impedindo uma análise da composição química.

Em janeiro 29, 1986 uma esfera vermelha percorreu os céus da União Soviética na região de mineração de Dalnegorsk, e caiu na Montanha Izvestkovaya, também denominada Height 611. As amostras recolhidas por Valeri Dvuzhilini da Academia de Ciências, primeiro a chegar ao local dois dias após a queda, eram uma estranha mistura metálica. Posteriormente, 11 institutos de pesquisa analisaram os objetos recolhidos na queda. Verificou-se que o radar não pode refletir no material, alguns elementos do artefato parecem desaparecer e outros surgem. Um dos objetos sumiu diante de 4 testemunhas. O centro é composto de uma substância com propriedade antigravitacional. O governo russo entregou uma das amostras para os Estados Unidos, que se encontra em exposição no National Atomic Testing Museum em Roswell, Novo México – fonte: Lee Speigel (Weird News (26/03/2012).

Em termos de prova fotográfica, para não deixarmos de indicar uma das mais confiáveis, e faz parte da liberação do F.O.I.A., permite ver foto de Neil Armstrong (Apollo 11) da nave formato charuto com 2,5 km de comprimento, onde se nota a propulsão à esquerda da foto.

Ufólogos aceitam a data para estudo da Ufologia Moderna o evento de 24/06/1947, no qual o piloto civil Kenneth Arnold, ao sobrevoar área perto do Monte Rainier, próximo à fronteira com o Canadá, avistou 9 objetos em formato de bumerangue que “pareciam chapinhar como discos na água” – e surgiu o termo discos voadores cunhado por um repórter.
O interessante no avistamento de Kenneth Arnold é que este ocorreu 10 dias antes da queda de 2 UFOs nas cidades de Roswell e Socrro, Novo México.

A Glasnost Ufológica que tratamos nos parágrafos anteriores nos obriga a ficarmos alertas quanto às consequências do full disclosure do fenômeno UFO que ora impera nos governos das grandes nações.
A tecnologia disponível aos rádio amadores e astrônomos particulares de plantão permite expôr a realidade da Era do Homo Alien.

Fica o alerta para nos empenharmos em identificar a NOVA agenda que está sendo implementada na Terra por seres que visitam há milhares de anos o pálido ponto azul, na definição dada por dr. Carl Sagan ao ver a última foto tirada pela sonda Voyager 1 (14/02/1990) antes de sair do sistema solar, e influenciaram no desenvolvimento da raça humana.

É neste sentido que o Projeto “Wake Up Gateway”, lançado em setembro de 2017 em São Paulo (SP), e recebeu entusiástica aceitação da plateia de Ufólogos e os interessados no fenômeno UFO, que se deslocaram de vários pontos do Brasil.

Fica expresso o compromisso de darmos acesso ao que é imprescindível (e liberado) para atualizar aos que estudam o fenômeno UFO, e confirmar o conteúdo dos meus livros, por mais bizarro que possa ser aos leitores.

 

René Martin
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